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7 grandes lições de 2020 para os negócios

2020 mal havia começado quando o mundo foi surpreendido com a pandemia do novo coronavírus. Foi preciso repensar uma série de questões sobre a vida pessoal, aspectos sociais e econômicos e, claro, empresariais. Após muitos meses e algumas incertezas, hoje já é possível entender algumas valiosas lições de 2020 para os negócios.

Afinal, além de lidar com perdas de parentes e conhecidos, as pessoas também precisaram lidar com os impactos econômicos. Gestores de diversos segmentos se viram diante de uma situação inimaginável até os dias de hoje. Consequentemente, muitos se perguntaram: “o que fazer agora?”.

Conforme o tempo foi passando, houve a adaptação ao que muitos passaram a chamar de novo normal. Agora, é hora de refletir sobre os aprendizados vividos neste ano, que devem continuar como importantes reflexões mesmo no pós-pandemia.

Quais são as lições de 2020 para os negócios?

Neste ano, algumas certezas perderam a validade, mas muita coisa nova se aprendeu. O ambiente se tornou propício a novos pensamentos e atitudes que transformaram tanto a forma de se fazer negócio quanto a forma de se relacionar com as pessoas.

Em linhas gerais, o que podemos tirar deste ano de 2020 que possa ser levado para 2021 e os anos seguintes?

1. Adaptar-se é preciso

Muito se fala em adaptabilidade no mundo corporativo, principalmente no ramo do consumo direto, no entanto esse valor se pôs à prova durante 2020.

Todas as empresas, mesmo as que não foram obrigadas a fechar, tiveram que se adaptar para sobreviver à pandemia. E essa adaptação veio de diversas formas, em todos os aspectos.

Quando falamos em adaptar-se, neste cenário pandêmico, falamos em mudar a forma como nos relacionamos com os clientes, a forma como lidamos com nossos funcionários, com nossos fornecedores e com os processos internos de produção.

Adaptar também significa entender o contexto e redefinir a estratégia para atingir objetivos viáveis, que levem em conta as variáveis externas, principalmente. 

Com certeza, sem adaptação, em qualquer cenário, não há sucesso. Em tempos como este, isso é sinônimo de existência.

2. É urgente ser digital

O isolamento social fez com que muitas pessoas ficassem em casa e negócios fossem obrigados a fechar suas portas por um intervalo de tempo, tornando (quase) impossível comercializar seus produtos e serviços. Aí entra, portanto, a necessidade de ser digital.

Empresas tradicionais viram no mundo digital a possibilidade de conseguir, pelo menos, ganhar dinheiro para não fechar as portas ou prejudicar seus colaboradores. Lojas virtuais, vendas por aplicativos de mensagens, Marketplace, muitas foram as possibilidades descobertas.

Isso vale inclusive para as lojas de conveniência. Se as pessoas ainda estavam com medo de sair de casa, portanto, foi preciso levar a loja até elas. 

Assim, muitas lojas de conveniência investiram em aplicativos de vendas virtuais e criaram deliveries para não serem tão prejudicadas. Olhando também para o posto, digitalizar-se significa utilizar recursos de pagamentos para evitar aproximação, como as carteiras digitais e, a mais recente novidade, o Pix.

Inovar, aderir à tecnologia e utilizar o mundo digital para se conectar com os clientes estão entre as lições de 2020 para os negócios que devem ser aprendidas e levadas para os próximos anos.

3. Trabalhar remotamente é uma alternativa viável

Segundo pesquisa divulgada pelo site SurePayRoll, 86% das pessoas que estão trabalhando remotamente estão se sentindo mais produtivas. Seguindo a mesma linha, 66% dos gestores confirmam essa percepção.

Da mesma forma, em um estudo divulgado pelo site G1, 86% dos profissionais que passaram a trabalhar de home office gostariam de manter a prática pós-pandemia. 

Esses números sugerem que o trabalho remoto, até então considerado um tabu por muitos negócios, mostrou-se uma alternativa possível a se aderir mesmo em um mundo normal.

Vale adicionar que a  regra, é claro, não se aplica inteiramente a todos os negócios, como um posto de combustíveis e uma loja de conveniência, que precisam de pessoas na pista e no balcão para atendimento direto.

No entanto, vale lembrar que esses negócios também contam com um corpo administrativo que podem sim ter suas tarefas executadas nos seus próprios lares, sem prejudicar a produtividade nem os relacionamentos humanos, e que pode ser muito facilitada com um software de gestão.

4. A importância da gestão de risco

Donos de postos de combustíveis sabem muito bem o que é um mapa de risco, uma ferramenta que indica os elementos do ambiente de trabalho que podem oferecer risco à saúde ou à vida dos colaboradores.

O problema é que muitos não se atentam que é preciso também ter atenção à gestão de risco, uma série de ações que os gestores precisam executar para combater os riscos ou ameaças externas à empresa capazes de prejudicar sua rentabilidade e longevidade.

Dentre esses fatores, podemos citar acidentes de trabalho, golpes, falhas operacionais, processos judiciais, perda de pessoal, problemas de estocagem, má reputação da marca ou tudo aquilo que a pandemia trouxe.

Praticamente nenhuma empresa imaginou que poderia fechar as portas temporariamente, sem previsão de retorno. Muito menos que, mesmo após reabrir, não teria cliente suficiente para gerar lucro.

Com esse episódio, uma das lições de 2020 para os negócios é aprender a trabalhar com a gestão de risco. Afinal, com ela, você pode antever problemas e desenhar quadros que podem minimizá-los.  

Leia também: Como reinventar seu posto no mundo pós-pandemia? 

5. Um bom planejamento e controle de finanças podem ser decisivos

O fluxo de caixa é um dos principais componentes do ecossistema financeiro de uma empresa, pois, a partir dele, gestores podem tomar decisões que melhorem os resultados do negócio ou freiem possíveis problemas.

Saber responder com prontidão como está o fluxo de recebimentos e despesas permite ter uma visão do hoje e do amanhã mais consolidada. Logo, você cria cenários possíveis para reduzir despesas, planejar investimentos, solicitar empréstimos, fazer novas contratações ou investir mais nas pessoas.

Para quem lida com produtos, essas informações e um bom controle de estoque mostram quando é a hora de fazer novas compras ou dar vazão ao estoque por meio de promoções.

Quem constrói planos e metas pensando no futuro consegue passar pela linha de chegada mais facilmente, mesmo se houver alguns tombos pelo caminho.

6. Ser flexível é fundamental

Toda empresa, independentemente do porte ou segmento, precisa iniciar o ano com um planejamento estratégico que vai norteá-la durante os próximos doze meses.

Só que, em 2020, esse planejamento caiu por terra logo em março, quando a quarentena começou em praticamente todos os estados brasileiros. 

Certamente, nenhuma empresa havia cogitado essa possibilidade, logo não estava preparada para rever suas estratégias e conduzir o negócio em meio a um cenário de incertezas.

Por isso, é importante rever o mindset empresarial e considerar a flexibilidade do negócio, tornando possível adaptar os objetivos e as metas a serem alcançadas conforme o ambiente em que se está atuando.

Dessa forma, a chance da empresa sair prejudicada desse cenário é menor, pois ela já estará preparada para um possível baque.

7. Fortalecer relações humanas é primordial

Cuidar das pessoas é uma das grandes lições de 2020 para os negócios. Neste ano, muito se falou tanto em cuidar de quem é o principal ativo de qualquer empresa, independentemente do ramo: as pessoas.

A pandemia obrigou muitas empresas a manterem colaboradores em suas casas, outros, a permanecerem no ambiente de trabalho, especialmente àquelas de atividades essenciais.

Em qualquer desses cenários, estar perto dos profissionais é necessário, pois eles precisam ter a certeza de que estão sendo cuidados e de que são, acima de tudo, pessoas, e não ferramentas para a empresa lucrar mais.

E esse cuidado tem embasamento. Segundo pesquisa da consultoria Mercer Marsh Benefícios, no Brasil, 5,9 milhões de trabalhadores procuraram serviços psicológicos em decorrência da pandemia. Ansiedade e depressão estão entre os principais motivos.

Com base nessas informações, empresas devem agir para fortalecer os laços entre as pessoas. Entre algumas atitudes possíveis, podemos citar:

  • trabalhar com uma melhor comunicação e mais transparência; 
  • oferecer a infraestrutura adequada, seja em casa, seja no escritório; 
  • dar suporte terapêutico;
  • fazer pesquisas de felicidade e engajamento em relação à empresa;
  • colher feedbacks e possibilidades de melhoria;
  • saber ouvir em momentos de crise;
  • treinar as lideranças para que possam agir corretamente.

Essas ações são fundamentais e os gestores que ainda não as adotam, precisam segui-las em qualquer cenário, principalmente no atual.

Assim, podemos concluir que 2020 foi um ano repleto de transformações, e que 2021 tende a refletir essas lições. Só assim poderemos seguir nos próximos anos firmes e sustentáveis. Quais outras lições para os negócios você acrescentaria nessa lista? Deixe um comentário.

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